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Esse é mais um post que retirei do blog Não Tem Bula Meu Remédio, e dessa vez o tema é RITMO DA CIDADE.

Não Tem Bula Meu Remédio foi criado por quatro estudantes do 5º semestre do curso de Jornalismo e aborda temas relacionados a Cidade, Comportamento, Economia, Política e Meio Ambiente.

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Falar do ritmo da cidade de São Paulo e costurar o meio ambiente em suas entranhas é algo relativamente comum nos dias de hoje, embora exija muita atenção, responsabilidade e cuidado, principalmente quando se relaciona consumo – uma das práticas mais utilizadas pelos paulistanos não somente por objetos palpáveis, mas também por pessoas, tempo, e atenção.

Obter um espaço ecologicamente sustentável (como ecovilas, por exemplo) no ambiente em que vivemos, é tão difícil quanto mudar todos os padrões da sociedade urbana. Digo isso tanto em relação à sociedade paulistana, imbuída de cidadãos frenéticos, sem tempo livre, concorrendo pelo mesmo espaço, quanto em relação a nós mesmos, como indivíduos universais, nas nossas particularidades permeadas de princípios adquiridos pelos nossos antepassados, e até mesmo nas relações que costruímos ao longo da vida, com quem quer que seja, duradouras ou não.

Portanto, falar em sustentabilidade é um tanto quanto perigoso, porque não somente o ambiente externo é modificado, muito pelo contrário. Reciclagem, reutilização de objetos, redução do lixo, energia, água são conceitos extremamente importantes, mas é só o começo. Lidar com esse paradigma não é tão fácil, uma vez que por motivos já citados a cima, somos obrigados  a enfrentá-los, simplesmente pelo fato de que vivemos em um sistema pelo qual temos que nos manter financeiramente estáveis, então surge a questão : ” Mal temos tempo de correr atrás de nossos problemas, ainda temos que cuidar dos problemas do planeta? ” Provavelmente isso dificultará o próximo passo.

Interiorizar-se e tomar conhecimento dos nossos conceitos e buscas, e principalmente de nosso comportamento com nós mesmos é uma das aquisições fundamentais para a busca da sustentabilidade. Será que nos enxergamos como realmente somos? Será que merecemos tudo que almejamos conquistar? O que nos conceitua como seres humanos? Será que ‘algumas vezes’ somos egoístas, frágeis, persistentes, agressivos, prepotentes e mimados? Claro que sim. E se fosse diferente talvez não existisse graça em viver, pois nossos objetivos, ou melhor, aquele hormônio que nos proporciona prazer chamado endorfina, não trabalharia com tanta eficiência. Ou será que sim? Existe a possiblidade também de estarmos tão acostumados com esse ritmo, que não nos damos a chance de tentar. Quem se arrisca? (…)

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Esse é um post que publiquei no blog Não Tem Bula Meu Remédio – criado em setembro do ano passado para a disciplina de Sistemas Virtuais da Comunicação, no quinto semestre do curso de Jornalismo.

Para aqueles que sentem que o ano de 2009 deixará rastros em suas vidas e também aos que futuramente preferem pular essa etapa. À mim esse texto foi muito bem recebido – e acredito muito na força dessas belas palavras, tanto quanto nessa ação democrática.

Segue…

Buenas tardes muchachos!

Como sabem (ou irão perceber ao longo do tempo), o que me traz a esse blog todas as quintas-feiras é a proposta de interação entre homem e meio ambiente. Procuro aproximar um pouco nossa realidade social com aquilo que nos sustenta como seres vivo-humanos, compostos de corpo junto à mente, e vice-versa.

Por um longo tempo insisti em chamar atenção daqueles que eu via degradando, desperdiçando, agredindo, poluindo… E, além disso, subestimei muito a capacidade das pessoas em fazer o correto, em pensar favoravelmente, conscientemente – por favor, não entendam como uma analogia entre certo e errado, é apenas uma sugestão para refletirmos sobre o padrão de vida que acomodamos nossas cabeças a um consumo que muitas vezes não é consciente, esquecendo-nos do nosso dever com a natureza – Estressava-me à toa, mas não era à toa que arranjava discussões por aí…

Baseada no ‘ver para crer’, confesso que minha linha de raciocínio permeia certo pessimismo, uma vez que moro na cidade grande, portanto, subentende-se que minha satisfação não é extrema nem constante, mas enfim, não devo ser a única. Quanto ao estresse e ao pré-julgamento alheio, estamos em processo de amadurecimento, rs.

Para minha surpresa, hoje recebi um e-mail um pouquinho mais otimista em relação às vivências que estão ocorrendo em nosso Planeta. Quem decorre é Paul Hawken, um empreendedor e ativista social da Califórnia. O texto é um pouco longo, mas acho que vale a pena depositar 15 minutinhos do seu dia nele. Sugiro a leitura!

Aí vai o link do Site (em Inglês): http://www.alternet.org/story/51088

Obs: Agradeço à querida Giovanna pela inspiração!

Para ler em Português clique em Manter a leitura, logo abaixo.

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o agora é agora

Fiquei muito tempo pensando em como começaria meu primeiro post. É tão difícil quanto se assegurar de algo que vc não está certo. Pois é, por mais que seja um simples blog, penso que o que acontece aqui é o mesmo que acontece em minha vida: sempre fico com o pé atrás, ou seja, com  medo daquilo que eu ainda não fiz. Enxergo um objetivo e quando ele está e tornando possivel, eu acho que não vale a pena. É  justamente por causa desse anseio de ter tudo nesse instante, que não tenho nada.

Decidi enfrentá-lo quando me dei conta de que nossas vivências não são absolutas. Que nossos projetos – tanto físicos quanto mentais – se constituem ao longo do tempo, e que, o que construímos hoje é só a pontinha do iceberg, além disso, uma opinião completa a outra, que, junto com a minha, transforma a realidade.

Uma vez me disseram que eu deveria explorar meus talentos. Ainda não sei quais são eles, ou, simplesmente os vivencio sem me dar conta que eles podem ser aproveitados; por isso pretendo fazer desse espaço, mais que um ambiente pessoal aberto a quem quer me conhecer. Pretendo publicar aqui meu cotidiano, para que, futuramente, eu possa relembrar dos momentos que me fizeram acreditar por causa deles eu me tranformei em quem sou. em quem vou ser.

Tudo junto. Críticas, Anseios, Reflexões, Projetos Pessoais, Profissionais, Alegrias e mais alegrias.

Vamos ver no que dá.

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